A primeira tentativa de criação de um grupo de teatro na Universidade do Minho data de 1976, ano em que surge o TUBRA (Teatro Universitário de Braga). No início de 1980, o TUBRA dá origem ao TIP (Teatro Independente Pronto). Em 1985, surge o TEUM (Teatro dos Estudantes da Universidade do Minho).
Finalmente, em Janeiro de 1989, por vontade expressa da Associação Académica da Universidade do Minho (AAUM), Ana Bettencourt e João Brito criam condições para a implantação de um novo grupo, o TUM (Teatro Universitário do Minho), actualmente constituído como organismo autónomo da AAUM.
As principais actividades deste grupo têm sido a formação, produção e dinamização teatral. A acrescentar a estas, o grupo tem vindo a acrescentar publicações, documentação e exposições.
Nas suas produções mais recentes, o destaque vai para a peça "Silêncio" e "Tá a andar de Mote", espectáculos com que brindaram os seus mais fiéis espectadores no ano passado.
O TUM tem como objectivos prioritários a criação de infra-estruturas que possibilitem o desenvolvimento de vertentes criativas, formativas e documentais, e a divulgação de estéticas inovadoras ligadas ao teatro.
Os elementos que fazem parte do TUM são:
José Luís Costa, Paulo Bessa, Cátia Silva, Rui Queirós, Erica Vieira, Luís Cardoso, Carlos Alves, Bruno Correia, Ana Sofia Mendes, Marlene Delgado, Pedro e Mariana Lemos.
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